Reunião do Polo Regional de Saúde apresenta ações de controle da Dengue, Zika e a Chikungunya

por Konrad Felipe / Assessor de Câmara de Barra do Garças — publicado 03/12/2015 16h50, última modificação 03/12/2015 16h54
Colaboradores: Portal Brasil, com informações do Blog da Saúde
A Câmara municipal de Barra do Garças sediou na tarde desta quarta-feira (2/12) reunião emergencial DO Polo Regional de Saúde com a finalidade de traçar estratégias para a realização de ações de controle da Dengue, Zika, Chikungunya e Leshmaniose.

A Câmara municipal de Barra do Garças sediou na tarde desta quarta-feira (2/12) uma reunião emergencial do Polo Regional de Saúde com a finalidade de traçar estratégias para a realização de ações de controle da Dengue, Zika, Chikungunya e Leshmaniose.

A ação serve para a conscientização da população do município de Barra do Garças no combate ao mosquito transmissor. O Ministério da Saúde lançou a “Campanha Sábado da faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue”, para chamar atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do Aedes aegypty. A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do Aedes.

A reprodução do Aedes aegypti costuma ser mais intensa durante o verão. O mosquito não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

Em 45 dias, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. É bom lembrar que o ovo do mosquito pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado estiver seco. Se a área receber água novamente, o ovo ficará ativo e poderá atingir a fase adulta em poucos dias. Por isso, após eliminar a água parada, é importante lavar os recipientes com água e sabão.

O governo federal também está fazendo a sua parte, com a capacitação de pessoal de Estados e municípios para identificar locais de proliferação do mosquito e distribuição de larvicidas, inseticidas e kits de combate. O Ministério da Saúde repassou, até novembro deste ano, R$ 1,25 bilhão aos governos estaduais e municipais para o combate ao mosquito.